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Chupeta e mamadeira na educação infantil , pode?

Chupeta e mamadeira na educação infantil , pode?

A entrada de uma criança na escola traz para ela algumas responsabilidades e pode gerar nos pais ansiedade. É importante que a criança entenda que não é mais um bebê, que cresceu e, portanto, deverá cumprir com algumas normas estabelecidas.

Para garantir sua estabilidade emocional e o desenvolvimento de fala e de órgãos fonoarticulatórios (lábios, língua, bochechas, dentes), a retirada da mamadeira e da chupeta na idade certa é fundamental. O uso de chupeta e mamadeira na fase escolar apenas reforça sua dependência emocional e pode atrapalhar no seu desenvolvimento de fala e aprendizagem.

É importante que os pais saibam que a idade ideal para retirada da chupeta e mamadeira é no máximo aos 2 anos de vida e que, embora seja um assunto controverso, deve ser levado a sério. A criança acostumada a usar a chupeta apenas na hora de dormir (e não o dia todo, ou para sair), tende a largar este “vício” com mais facilidade. O mesmo ocorre com a mamadeira, que deve ir sendo substituída pelo copo aos poucos, até não ser mais necessária.

Após os 2 anos de idade, a retirada tende a ser mais difícil, e para que ocorra com tranquilidade, os pais devem conversar com a criança sobre os malefícios do seu uso, deixar claro que agora não é mais um bebê, e determinar junto a ela um prazo para sua retirada. Muitas vezes a família necessita mais da chupeta/mamadeira do que a criança.

Na Educação Infantil do Colégio Monsenhor o setor de fonoaudiologia escolar desenvolve um trabalho de apoio aos pais e aos alunos que ainda não conseguiram vencer a retirada da chupeta/mamadeira, incentivando-os a ultrapassar esta etapa, dando as orientações necessárias para que o processo ocorra com tranquilidade e sucesso.

E NO ENSINO FUNDAMENTAL? O QUE FAZER?

Ao chegar ao Ensino Fundamental, o bom desenvolvimento da linguagem oral é imprescindível para o desenvolvimento da leitura e da escrita. Para isso, acompanhamos o aluno desde a educação infantil, observamos se fala corretamente, como está o desenvolvimento das habilidades auditivas e sua alfabetização.

O processamento auditivo se constrói até os 7 anos de idade. É essa habilidade que fará a criança diferenciar os sons que escuta, e relacioná-los com os grafemas, as letras que irá escrever. Memória e atenção auditiva fazem parte destas importantes habilidades

Através de uma triagem realizada pelo setor de fonoaudiologia escolar, é possível perceber o desenvolvimento de fala, linguagem e processamento auditivo do aluno, encaminhando-o e orientando pais e professores sempre que necessário, tendo assim um enfoque preventivo no trabalho realizado, não esperando o distúrbio se instalar para tomar as providências.

As dificuldades de aprendizagem, ou mesmo os distúrbios, começam a aparecer logo no início da alfabetização, e quanto antes forem trabalhadas, menores serão os prejuízos do aluno no seu processo de escolarização.

A presença do fonoaudiólogo na escola é valiosa para a detecção, orientação e encaminhamento das crianças com dificuldades, enriquecendo assim todo o processo de aprendizagem.

Os adolescentes não ficam de fora desse processo. Também é trabalho do fonoaudiólogo escolar observar o desenvolvimento dos adolescentes, tanto no que diz respeito ao seu processo de aprendizagem, como também em relação ao uso dos aparelhos ortodônticos.

Você sabia que todos que usam aparelho ortodôntico necessitam de uma avaliação fonoaudiológica? Isso mesmo. Caso essa não seja realizada, e se necessário o acompanhamento não ocorra, corre-se o risco de, após a retirada do aparelho, haver recidiva, ou seja, o dente entortar novamente. Mais uma vez a fono está pronta para auxiliar, avaliando estes alunos e encaminhando sempre que necessário.

    

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